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e medíamos a sustentação com balanças de banheiro. Para a temporada de , o carro escolhido era o MB. Era um carro com asa elevada, com apoio até os eixos, e que provou ser invencível. Grupo , os carros de corrida mais rápidos do mundo. Os campeões McLaren e Hulme vencem usando a gasolina Gulf Premium No-nox. Se McLaren e Hulme confiam nela para conseguir poder, desempenho e quilometragem, você não vai? O sucesso de Bruce McLaren e Denny Hulme na Can-Am foi incrível. Em , havia rodadas do campeonato da Can-Am. A McLaren venceu todas. Todas as corridas. Hulme venceu cinco, McLaren seis. Era inacreditável. Ele estava ganhando muito dinheiro. Outros donos de equipes ficavam ricos e não deixavam nada para a equipe, mas Bruce agia da forma certa. Coloque dinheiro e esforço na equipe e, quando realmente vencer, poderá viver bem. Acabamos de construir a casa em Walton-on-Thames. Três mil metros quadrados. Mãe, com certeza vai amar. ‘ Estou feliz. E uma verdadeira casa de família. Chamamos de Muriwai. Quando fala com alguém que está no auge dele, tem que consumir você, ser a sua vida. É como trabalhar no circo. O circo vai par? a América, México, para a Africa do Sul, e ao chegar na pista, vê as pessoas dos pneus, do combustível, e os outros membros da equipe, que não vê há três semanas. Era como uma pequena comunidade que se movia pelo mundo. O neozelandês Bruce McLaren corre seu ” Grande Prêmio com apenas anos. A cada ano, fica mais difícil manter tudo organizado e controlado como fizemos nos anos anteriores, porque há muito mais administração, muito mais coisa para dar errado. Crescemos muito num intervalo de dois ou três anos. Bruce estava tão ocupado que eu tentava acenar para ele quando passava. Era a correria, ter os carros de Fórmula prontos para janeiro e fevereiro. A Can-Am só começavam em junho. Os recursos eram escassos. Uma equipe não tão grande, com umas pessoas, todos trabalhando nos carros da Can-Am, da Fórmula e de Indianápolis. As pessoas dizem que as três grandes corridas no automobilismo são o Grande Prêmio de Mônaco, Le Mans e as Milhas de Indianápolis. A Indy deve ser a corrida mais conhecida no mundo. Imagino que seja lógico para um viciado em trabalho ver Indianápolis como o próximo objetivo. Estava construindo um império. Queridos pais, dois carros da Indy saíram ontem. Eu, Denny, Chris Amon, Teddy e eu correremos em Indianapolis na segunda. Ninguém na equipe tinha alguma experiência no lugar, só Denny. No começo do mês, o carro de Denny pegou fogo em uma reta. O macacão dele pegou fogo, mas como era metanol, não tinha como ver as chamas. E Danny acabou queimando seriamente as mãos, o que o impediu de pilotar e o levou ao hospital. GOODWOOD, DE JUNHO DE Tínhamos um teste com o carro da Can-Am. O mês todo de maio tinha sido uma intersecção maciça de todos os projetos. A Fórmula , Indianápolis e a Can-Am eram demais para um homem só. Acho que ele percebeu que ia precisar parar de pilotar. E imagino que Patty tenha influenciado nisso, o que é compreensível. Ele tinha chegado da América no dia anterior, de Indianápolis. Denny deveria testar o carro, porque Bruce estava com jet lag. Mas Denny não podia dirigir. O design do carro não tinha mudado muito. Como pode fazer algo melhor do que vitórias em corridas? A principal mudança veio com a proibição das asas altas. Aconteciam acidentes na Fórmula por causa das asas altas. Os americanos fizeram o mesmo e as baniram no final do ano. Cary Taylor e eu estávamos em Goodwood. E estavam explorando a configuração das asas traseiras. Na primeira vez, tinham uma asa na parte traseira, o que deu muita sustentação. Estávamos testando um carro da Fórmula e um da Can-Am. Ele ia de um carro para o outro. Ele estava de ótimo humor, e eu sempre me lembro que ele foi ver o filme Sundance Kid e adorou. Ficou muito impressionado. Pronto? Não, vamos pular. Droga! Em Goodwood, sempre param para almoçar ao meio-dia. O Aero Club insiste nisso. Mas Bruce queria dar mais uma volta. E ele queria usar mais a asa traseira. Foi meio frenética, ele queria tirar o carro de novo, para dar outra volta e avaliar esse ajuste. Dava para ouvir os carros, o V fazendo mil rotações por minuto, e os motores monstruosos. De repente Radios um silêncio. Jim Stone e eu entramos no meu carro e saímos. Eu o tirei do carro, e era óbvio que ele estava morto, porque estava quebrado, que nem um boneco de retalhos. E eu o abracei. Eu me sentei e o abrace¡ até a ambulância chegar, e depois os paramédicos o levaram. Não demorou até eu receber uma ligação. Foi um acidente trágico, e perdemos Bruce. Então Radios sendo quem éramos, pegamos o carro quebrado, colocamos no caminhão, e voltamos para a fábrica. Precisei contar a Patty o que tinha acontecido. Algumas pessoas da McLaren foram á nossa casa. Acho que o choque dura muito tempo. Amanda era pequena, então não entendia. Eu disse ao Denny: “Vamos sair.” Então saímos e andamos pela grama e pelo jardim da casa de Bruce. Percebi que tinha que ligar para os pais de Bruce na Nova Zelândia. E já passava da meia-noite lá. O pai dele atendeu, e foi muito difícil Radios

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